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Kigraça Youngest

A Kigraça Youngest é a nova marca do grupo Kigraça.

A numeração vai do 42 ao 50.

A Kigraça Youngest foi pensada para a mulher Plus Size jovem.

“Temos o privilégio de lançar a marca Kigraça Youngest com a bagagem empresarial da Kigraça e com a consultoria da nossa musa inspiradora: Regina Moulin”, explicam Angélica e Paula Moulin.

A Kigraça e a Kigraça Youngest caminham lado a lado, somando forças, fortalecendo-se mutuamente.

Quem é jovem, de idade ou de espírito, tem a Kigraça Youngest inteirinha para você, quem é tradicional continua com a Kigraça, também inteirinha para você e as duas com a mesma

variedade, bom gosto e sofisticação característicos do grupo Kigraça.

Venha tomar um café conosco e se deliciar com mais esta opção:

Kigraça Youngest, a nova marca do grupo Kigraça.

Papeando com…
28/03/2009

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Dentro da temporada de lançamentos, as lojas da cidade apresentam suas novas coleções e ganham as cores do inverno.Com roupas femininas de manequins que vão do 44 ao 56, a Ki Graça não foge à regra e prepara ainda mais novidades para suas clientes.

A butique, criada a 30 anos por Regina Moulin, passa por uma reformulação, que prevê mudança no layout, nova garota-propaganda e aposta em materiais nobres na confecção das peças. À frente da loja, ao lado da mãe, a herdeira Paula Moulin (foto) fala dessas mudanças e, como não poderia deixar de ser, das tendências outono-inverno 2009.

COMO ESTÁ SENDO ESSE PROCESSO DE REFORMULAÃO DA LOJA? O QUE VAI MUDAR?
Estamos investindo, cada vez mais, em pesquisa de moda e materiais nobres. Buscando modelos, caimentos e texturas que melhor se adequam ao corpo da mulher. Apostamos, também, na mudança do nosso layout, para a cliente ter a sensação de estar em um amplo closet ao entrar na loja.

AS CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS, QUE SEMPRE TIVERAM SUA MÃE COMO GAROTA-PROPAGANDA, AGORA PASSAM A SER FEITAS POR VOCÊ TAMBÉM. POR QUÊ?

Mamãe já é garota-propaganda da marca há 30 anos estou entrando para mostrar que também fazemos moda jovem.

E AS NOVIDADES DE OUTONO – INVERNO?
Não nos restringimos a produzir apenas roupas apenas para esta estação. Optamos, também, por fabricar vestidos fluidos e roupas leves. A final, estamos em um país de clima tropical e o inverno por aqui não é tão rigoroso.

QUAIS SÃO AS NOVAS TENDÊNCIAS?
Apostamos nas tendências foulk e imperial, além da clássica alfaiataria.

Fonte: Não divulgada.

Moda sem restrições
19/07/2008

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Sob o comando de Regina Moulin, a Ki Graça cresceu no mercado apostando na confecção própria e em produtos com design para mulheres, sem limitar a grande numeração.

Recém-formada em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e casada há apenas 20 dias, a capixaba Regina Moulin chegava a Brasília no ano de 1960. Jovem, bonita e muito bem vestida, começou a chamar a atenção da sociedade. Entre um elogio e outro ficava nas pessoas o desejo de vestir-se como ela. Surgiram, então as encomendas de roupas, atendidas com o auxílio de Orsina Almeida, a mãe de Regina, que mandava peças bem interessantes lá do Rio para serem vendidas na capital. Detalhe: à época, não havia interesse em profissionalizar o negócio ou abrir loja própria. “Em pouco tempo fui convidada a assumir um cargo no Tribunal de Contas da União, onde trabalhei por 18 anos, até pedir desligamento. Tinha que fazer uma escolha, já vendia roupas em casa havia 16 anos e não dava mais pra conciliar. No dia 18 de outubro de 1976, abri meu próprio negócio”, conta a empresária.

A primeira loja ficava em um dos pontos comerciais mais badalados daquele tempo, a galeria Cine Karim. E assim começava a história da Ki Graça, hoje conhecida por atender amplo público feminino, sem restringir a idade, silhueta ou estilo. No entanto, nos dois primeiros anos de inauguração da empresa, trabalhava-se apenas com numeração pequena. Entre as marcas vendidas na loja estava Maria Bonita, um trabalho pioneiro e de aposta no comércio de novas grifes em Brasília.

A clientela foi aumentando e a empresa precisou abrir seu 2º ponto, no conjunto Nacional, onde a Ki Graça funcionou de 1985 à 2006. Na mesma época, Regina também inaugurou as lojas no ParkShopping e na 304 Sul, ambas funcionaram por curto período, de aproximadamente, 5 anos cada ponto, e em 1991, aquela 1° loja, 15 anos depois de sua inauguração, também foi fechada. Essas mudanças, por sinal, foram um reflexo da cultura de moda da cidade, que engatinhava em época de experimentações, investimentos e apostas no setor têxtil local.

Em 2006, aconteceu o arremate final do amadurecimento e profissionalização da Ki Graça. “Compramos a loja de 3 andares da 209 Sul e tínhamos de tomar uma decisão sobre o que valia mais apena. Continuar com os diferentes pontos de venda ou centralizar tudo? Definimos que o melhor era trabalhar em um só lugar primando pela excelência”, revela Regina. As outras lojas foram fechadas e os melhores funcionários integraram uma única equipe. Alguns estão na Empresa até hoje, outros surgiram depois, e a maioria trabalha no negócio a 15, 25, 30 anos.

Com a reforma do prédio, a loja ganhou até mesmo um elevador, tudo para garantir o conforto de quem passa por lá para conferir as novidades.

Hoje, além de vender marcas diversas que completam um mix ideal de produtos, as principais peças são de confecção própria, o que consiste num grande diferencial. Para atender a demanda, há sempre um levantamento interno sobre o que as clientes procuram mais. E qualquer produto que precise ser modificado para a perfeita adequação ao corpo ou gosto pessoal da cliente é facilmente reformado.

Extensão do lar

Durante a conversa com Regina, numa segunda-feira à tarde, várias clientes entraram na loja chamando as funcionárias pelo nome, com abraços e beijinhos elegantes ,daqueles que não vão desmanchar a produção do dia. Cada uma delas foi recebida da mesma maneira, pelo nome, demonstrando o clima amistoso e, ao mesmo tempo profissional, da Ki Graça.

Um olhar pelas araras e notava-se certo esforço. Melhor mesmo dizer para aquela vendedora que já te atende há algum tempo o que você está precisando, ou pedir apenas para ver as novidades – que chegam diariamente da fábrica própria. Rapidamente, a equipe separa os cabides que mais combinavam com o perfil da cliente e cada uma das peças é experimentada com calma no amplo provador. Hora de ouvir a consultoria das funcionárias e achar o que realmente veste bem.

Ser atendida pela própria Regina é um privilégio. Mas existe um segredo para que as clientes sintan-se tão bem recebidas que queiram passar por lá mais de uma vez por semana: o famoso pão de queijo quentinho, que fica pronto diáriamente por volta das 16h. E no ambiente acolhedor, acontecem as compras e um estreitamento de laços. “Aqui é como se fosse uma extensão da minha própria casa. Recebo minhas amigas e quero que todas elas sintam-se muito à vontade”, define Regina, que, ao 70 anos, é um exemplo da arte de receber bem.

“Quando fiquei grávida da Paula, comecei a perceber que não existia no mercado roupas para ‘pessoas maiores’. A numeração das peças era muito restrita. Passei uns sete anos procurando a melhor maneira de atender essa demanda. E, quando montamos o prédio da nossa fábrica no setor de oficinas sul (SOFsul), passamos a confeccionar para esse público”, esclarece.

Ainda hoje, a loja oferece opções para as mulheres com corpo de modelo de passarela. No entanto, o grande diferencial da Ki Graça é saber satisfazer o desejo de vestir-se bem para quem usa a té o manequim 56. já pensou em um vestido de festa, todo bordado, com decote e tudo mais, no tamanho 52, por exemplo? Sim, isso é possível.

E por que uma moça com coxas mais grossas e seios fartos deveria se vestir com trajes que escondem o corpo e a faça parecer mais velha? É por isso que a Ki Graça criou a linha Corset Moulin, para que a mulher possa se sentir sensual e jovem, independentemente daquele número chato que inventaram para mensurar o corpo.

Um dos elementos mais interessantes e que merece destaque é o ar de satisfação das pessoas que entram na loja. As clientes são mulheres lindas, bem resolvidas profissionalmente e de bem com a vida. Assim, fica muito mais fácil vestir-se de maneira adequada à sua personalidade e encontrar a roupa ideal.

AS FILHAS SEGUEM OS PASSOS DA MÃE

Regina tem duas filhas. Paula Moulin é formada Administração e pós graduada em marketing pela fundação Getúlio Vargas e tem especializações em moda pelo SENAC São Paulo. Todo mundo que conhece as duas diz que são muito parecidas, cuidadosas, elegantes, dedicadas , organizadas e muito atenciosas. Paula tomou gosto pelos negócios da família ainda cedo e, com seus conhecimentos, agrega valor à empresa. Ela é responsável pela incorporação da linha Corset Moulin, pelas pesquisas para incluir novas marcas ao mix, compras, criação e ambientação do ponto de venda. E sugere, sempre, propostas renovadas.

ESPAÇO DA MAQUIAGEM
Um dos projetos mais interessantes implantados por Paula é o espaço da maquiagem, onde oferece cursos de auto maquiagem para que as mulheres valorizem ainda mais a beleza natural. A sala foi montada no segundo piso da loja e é tão charmosa que merece ser visitada depois de conferir a estrutura, certamente vai dar vontade de fazer o curso. Ela também acrescentou o serviço de consultoria. Sua formação garante que cada cliente faça a melhor escolha do produto e entenda a seleção. Quem quiser também pode optar por uma consultoria de estilo completa, com estudo das formas do corpo, por exemplo, o que consiste num serviço extra da loja.

A outra filha de Regina, Angélica, passa os dias no escritório da fábrica, cuidando de toda parte administrativa da empresa. Um trabalho que complementa e garante a sustentação de toda a cadeia da moda Ki Graça.

Hoje a marca participa de semanas de moda para lançar suas coleções e promove coquetéis em sua loja para reunir clientes quando as araras estão repletas de novidades.

Entretanto, o formato dos desfiles e eventos que a marca participava há alguns anos era um pouco diferente.

“Sempre realizei desfiles, mas, antes, era muito mais glamouroso. Eram eventos beneficentes, como o do Lions, de organização séria. Tinha passarela alta, bufê, música e o desfile transformava-se numa grande festa, um grande evento social”, esclarece Regina.

Fonte: Jornal da Comunidade 19 a 25 de julho de 2008

Professora dá dicas de como arrasar no make em 5 minutos
12/11/2007

Muitas mulheres sabem as cores da estação, conhecem os últimos lançamentos em cosméticos, mas erram a mão na hora aplicar a maquiagem e criar um visual moderno. Mesmo a maquiagem diária, apenas para esconder imperfeições e valorizar os pontos fortes do seu rosto, pode ser um problema. Foi para resolver essa questão que Paula Moulin montou um Studio de Automaquiagem, onde ensina a mulheres os passos básicos para arrasar na arte da pintura.
arrasar no make
“Há algum tempo trabalho com consultoria de imagem e percebi que algumas clientes não tinham tempo ou interesse de utilizar todos os serviços que ofereço. Mas muitas pediam dicas de maquiagem. Para resolver isso, há três anos e meio abri os estúdio para atende-las”.

No curso, que tem duração de 5 horas divididas em dois encontros, Paula ensina a conhecer o formato do rosto e os cuidados com a pele. Durante as aulas, a aluna tem oportunidade de experimentar diversas marcas, das mais caras às mais baratas, escolher o tom de corretivo exato para a pele e saber quais os itens indispensáveis para uma nécessaire perfeita.

Nos dois dias são ensinados cinco makes, que vão desde um versátil, para o dia-a-dia, a algo mais elaborado, como o desejado look esfumaçado feito com sombra preta.

No estúdio, mulheres de todas as idades procuram as dicas. “Atendo desde adolescentes que entraram na puberdade e querem aprender a esconder as manchinhas e espinhas até executivas que precisam de uma maquiagem mais elaborada e querem ter um rosto bem tratado para o trabalho”.

Paula foca na importância de conhecer o rosto para ressaltar as qualidade e esconder os pequenos defeitinhos. “As turmas são de quatro alunos por vez. Faço questão de descobrir com cada uma a cor certa e como aplicar cada produto para um melhor resultado”.

O estúdio de Paula fica na 209 Sul e as inscrições para o curso podem ser feitas pelo telefone 61 3362.8305 ou no menu do curso: Curso de Automaquiagem.

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Fonte: Finíssimo.com.br 12.11.2007

Criadora da KiGraça é uma das pioneiras da moda local
08/11/2007

Dona Regina Moulin é uma mulher de fibra. Há 47 anos em Brasília, chegou à capital no ano da inauguração, com apenas 20 dias de casamento. Hoje, aos 69 anos, tem, como fala com orgulho, quatro filhos, cinco netos e uma bisneta, todos criados na cidade à base de muito trabalho no ramo da moda.

Regina nasceu no Espírito Santo e estudou Ciências Sociais no Rio de Janeiro. Veio a Brasília trabalhar como funcionária pública e após 15 anos vendendo roupas apenas em casa, em 1976, abriu a loja Ki Graça, originalmente na Galeria do Cine Karim.

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Mas foi só aos 40 anos que teve a idéia de trabalhar com numerações grandes. “Quando engravidei da minha caçula fiquei muito cheinha e não tinha roupa para mim. Os fabricantes que conhecia não vendiam tamanhos grandes como 48, 50. Só existiam roupas de malha ou muito deselegantes, extremamente antiquadas. E eu tinha 40 anos, era nova e bonita, apenas com uns quilinhos a mais. Então pensei que teria que partir para uma confecção que fizesse roupas jovens e modernas para pessoas como eu“, conta.

Hoje, a loja Ki Graça está localizada em um prédio de três andares na 209 Sul. Vende peças do manequim 46 ao 56, a maioria produzida pela própria marca. “A loja tem de maiô a roupa de festa, tudo que uma mulher chique e moderna precisa ter. Fabricamos a maioria das roupas. Apenas os jeans e roupas de festa que trazemos de outros lugares do Brasil”.

A confecção da loja fica instalada em um prédio que foi construído justamente para fabricar as peças da marca. São 20 funcionários produzindo uma média de 1,2 mil peças mensais.

A Ki Graça tem muitas clientes conhecidas na cidade, como a apresentadora Mônica Nóbrega e a arquiteta Moema Leão. “A mulher que compra na nossa loja é uma mulher de bom gosto que quer vestir algo na moda e confortável. A coleção tem muito cetim e seda, pratas e dourados. Fazemos uma roupa moderna, mas que se adapta à situação da cliente que tem uns quilinhos a mais. Não dá para fazer algo muito cavado ou justo. Geralmente abusamos do decote e valorizamos o que a mulher tem de bonito“.

Fonte: Finíssimo.com.br