MODA PLUS PARA TODAS AS IDADES
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Kigraça Youngest

A Kigraça Youngest é a nova marca do grupo Kigraça.

A numeração vai do 42 ao 50.

A Kigraça Youngest foi pensada para a mulher Plus Size jovem.

“Temos o privilégio de lançar a marca Kigraça Youngest com a bagagem empresarial da Kigraça e com a consultoria da nossa musa inspiradora: Regina Moulin”, explicam Angélica e Paula Moulin.

A Kigraça e a Kigraça Youngest caminham lado a lado, somando forças, fortalecendo-se mutuamente.

Quem é jovem, de idade ou de espírito, tem a Kigraça Youngest inteirinha para você, quem é tradicional continua com a Kigraça, também inteirinha para você e as duas com a mesma

variedade, bom gosto e sofisticação característicos do grupo Kigraça.

Venha tomar um café conosco e se deliciar com mais esta opção:

Kigraça Youngest, a nova marca do grupo Kigraça.

GRAÇA SEM TAMANHO
22/08/2013

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Regina Moulin trocou o serviço público pela vida de empresária há quase 40 anos, quando inaugurou a Ki Graça, que atende mulheres sem restringir silhueta ou estilo. À frente de uma das grifes mais tradicionais de Brasília, a carioca Regina Moulin é também uma pioneira. Na contramão do sonho da maioria das pessoas que chegam à capital federal, ela abandonou a estabilidade do serviço público para investir na satisfação de trabalhar com moda. Como entendia do assunto, prosperou. Proprietária da Kigraça, marca especializada – mas não restrita – em plus size, ela viu a oportunidade de explorar o segmento depois de ganhar uns quilinhos em sua quarta gestação. Ao oferecer a grade de manequim do 42 ao 56, angariou uma clientela cativa e tornou-se referência. Associada aos bons produtos, Regina conquista pelo extremo prazer que destina ao exercício da sua profissão. Com o tempo, as suas filhas se juntaram a ela, agregando ainda mais modernidade e qualidade ao negócio. O seu espaço é mais do que urna loja; é um ponto de encontro para clientes e amigas, sempre marcado por lançamentos fashions e lanchinhos saborosos.

Há quanto tempo existe a Kigraça?

Recém-formada em ciências sociais pela PUC do Rio de Janeiro e casada há apenas 20 dias, vim para Brasília para acompanhar o meu marido. Em pouco tempo, fui convidada a assumir um cargo no Tribunal de Contas do DF, onde atuei por 18 anos. Nesta época, recebia muitos elogios pelo modo que me vestida, surgindo, então, as encomendas de roupas, atendidas com o auxílio de Orsina Almeida, minha mãe, que mandava peças bem interessantes do Rio de Janeiro. Por 16 anos, conciliei a venda de roupas em casa e o trabalho no tribunal, até que tive que fazer uma opção. Me decidi pelo comércio e, no dia 18 de outubro de 1976, abri a minha primeira loja, na galeria do Cine Karin, que, hoje, é conhecida por atender amplo público feminino, sem restringir idade, silhueta ou estilo.

De onde surgiu a ideia de trabalhar com manequins maiores?

Nos dois primeiros anos da loja, trabalhava apenas com numeração pequena. Aos 40 anos de idade e com três filhos adolescentes, fiquei grávida da minha caçula, a Paula, e engordei uns quilinhos. Mesmo assim, gostava de me vestir com elegância. Foi quando me veio a ideia de transformar a Kigraça em um lugar especializado em numerações maiores, do 42 ao 56. Graças a Deus a clientela foi aumentando e precisamos abrir o segundo ponto de venda no Conjunto Nacional onde funcionou de 1985 a 2006. Na mesma época inaugurei uma loja no ParkShopping e outra na 304 sul. Em 1993, compramos um espaço de três andares na 209 Sul e tínhamos que tomar a decisão de continuar com o diferentes pontos de venda ou centralizar tudo. Ficamos com a segunda opção até por primar pela excelência. Nesta loja, conseguimos apresentar um mix que vai de vestidos de festa bordados, roupas casuais, jeans perfeito para a silhueta curvilínea, acessórios e até artigos de praia, como maiôs e cangas.

Além do produto em si, quais são os diferenciais que a loja costuma oferecer à clientela?

Temos elevadores, manobristas à disposição, amplos sofás e cabines, costureiras de conserto e quitutes deliciosos feitos diariamente na minha casa e oferecidos às minhas clientes.

A marca também disponibiliza um serviço de consultoria de imagem?

A Paula cresceu entre as roupas e, depois de cursar administração de empresas e pós-graduação em marketing, sentiu a necessidade de se especializar em moda, com o curso de consultoria de imagem, análise de cores e visagismo. A sua formação garante que cada cliente faça a melhor escolha do nosso produto e entenda a seleção. Quem quiser, também pode optar por uma consultoria de imagem completa, com estudo das for¬mas do corpo, coordenação do guarda-roupa, além de curso de automaquiagem individual. É, realmente, um trabalho bem interessante e com resultados bem visíveis!

Como você definiria o perfil das suas clientes?

Por muito tempo, a Kigraça esteve vinculada a roupa só para senhoras mais cheinhas. Isso, lógico, porque as clientes foram acompanhando a minha idade. Com a maior participação das minhas filhas na loja, passamos a investir também em um público jovem e antenado. Até porque ninguém quer mais aparentar a idade que tem! A ideia da nossa roupa é rejuvenescer as mulheres com peças contemporâneas com corte e caimento perfeitos.

Você quem cria as coleções?

Crio as coleções baseadas na moda atual, mas adaptando à numeração especial. Faço muita pesquisa em revistas, viagens e tenho sempre em mãos um caderninho para anotar ideias vindas como referência no meu dia a dia.

Como acontecem os lançamentos?

Fazemos dois grandes lançamentos nas estações de inverno e verão. Mas tenho uma fábrica voltada apenas para atender ao meu público. A sim, toda semana temos uma “mininova coleção”, já que, diariamente, a loja recebe modelos diferentes. É nossa preocupação oferecer roupas com preços competitivos de qualidade e exclusivas. Aos sábados, também é uma festa na Kigraça com direito a coquetel e vários quitutes. Participamos sempre de desfiles beneficentes, como os do Lions, Chá da Lasthênia e de igrejas, quando convido clientes para serem as nossas modelos.

A sua produção é centralizada em Brasília?

Sim, temos uma linha própria e exclusiva e outra parte da coleção trazemos de Belo Horizonte, São Paulo e sul do país, representando, por exemplo, as marcas Nutrisport, Cleo, Jes Couture, Márcia Morais, Refinata, Absinto, Cia. da Moda, Alfazema, Rogério Costa, Última Hora, Lígia Nogueira, Belle Carolle, Faven, Engenharia da Roupa, Malharia Santa Helena, Padronagem, Inn, Tamara Capelão, Elaine Fernandes, At Last, Scalon, Patwork, Maiôs Catalina, entre outras. Também confeccionamos peças sob medida, o que faz com que os preços sejam mais competitivos.

De uma forma geral, o mercado é voltado para as jovens e magras. Qual é o desafio de se trabalhar para essas mulheres que, tantas vezes, são desprezadas pelo mundo da moda?

Faço roupas para mulheres reais! Então, me preocupo em apresentar peças que disfarçam o que elas não gostam tanto no corpo e valorizam aquilo que se tem de melhor. Se eu puder contribuir para que as mulheres que não usam um modelito 38 sintam-se mais bonitas, com a autoestima elevada e mais confiantes, já fico muito feliz!

Qual é o truque para vestir a mulher plus size?

O que cai bem e o que é proibido? Os nossos vestidos têm forro especial, corte e caimento para disfarçar imperfeições e o braço cheinho. Teci¬dos levemente encorpados, um pouquinho estruturados, podem garantir uma barriga lisinha com o seu próprio caimento. Estampas ajudam a não definir contorno e, assim, enganam o olhar do outro. Blusa com decotes lindos, jeans com corte reto, sobreposições e blazer ajustados ao corpo também são peças-chaves para a moda plus size. Agora, roupas muito longas ou superjustas não ajudam. O “caimento emagrecedor” acompanha a silhueta sem grudar na pele. Golas interessantes ou acessórios bacanas usados perto do rosto fazem todo mundo olhar para cima quando a gente chega!

Como é gerir uma empresa ao lado das filhas? Como se dá a divisão de tarefas?

Formamos uma bela equipe! A Paula é responsável pelo marketing, ambientação da loja, compras de multimarcas, atendimento das clientes e treinamento de funcionários. Já a Angélica, cuida do financeiro e da produção da fábrica.

Fonte: Jornal da Comunidade – agosto de 2013.

Moda para mulheres reais
08/01/2012

Em Brasília, muitas marcas têm inovado para atender essas mulheres. Segundo Gabriela Rocha, gestora do Projeto Vestuário, do Sebrae-DF, os empresários da moda estão atentos às possibilidades de crescimento ao investir no segmento GG. “Eles estão preocupados, com a numeração. Algumas empresas, inclusive, querem fazer roupas personalizada e sob medida.” Para incrementar o setor, o projeto promove palestras, cursos e rodada de negócios entre compradores e vendedores. Neste ano, um dos objetivos é justamente reunir as empresas que já trabalham ou têm interesse em desenvolver coleções plus size.
Por isso, temos sempre que oferecer novidades à nossa cliente”, pondera a consultora de imagem Paula Moulin. Ela e a família são donas de uma das lojas mais tradicionais de Brasília especializada nos tamanhos grandes. A Ki Graça abriu as portas há 35 anos, quando vender roupa acima do 42 significava costurar modelos sem charme para senhoras de idade.
A empresa se diferenciou pelo corte moderno e pela modelagem adaptada. “As peças precisam ter um corte especial, que alongue o corpo, e uma estrutura que o deixe delineado”, comenta Paula. Hoje, cerca de 40% do que é vendido na Ki Graça é de fabricação própria. Aí fica mais fácil fazer ajustes. O resto é consequência. “O maior erro da mulher acima do peso é tentar vestir uma roupa maior ou menor do que ela mesma. O bonito não é ter o corpo perfeito, mas descobrir o que ele tem de belo e mostrar”, garante Paula.

Fonte: Revista do Correio – Correio Braziliense

Moda sem restrições
19/07/2008

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Sob o comando de Regina Moulin, a Ki Graça cresceu no mercado apostando na confecção própria e em produtos com design para mulheres, sem limitar a grande numeração.

Recém-formada em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e casada há apenas 20 dias, a capixaba Regina Moulin chegava a Brasília no ano de 1960. Jovem, bonita e muito bem vestida, começou a chamar a atenção da sociedade. Entre um elogio e outro ficava nas pessoas o desejo de vestir-se como ela. Surgiram, então as encomendas de roupas, atendidas com o auxílio de Orsina Almeida, a mãe de Regina, que mandava peças bem interessantes lá do Rio para serem vendidas na capital. Detalhe: à época, não havia interesse em profissionalizar o negócio ou abrir loja própria. “Em pouco tempo fui convidada a assumir um cargo no Tribunal de Contas da União, onde trabalhei por 18 anos, até pedir desligamento. Tinha que fazer uma escolha, já vendia roupas em casa havia 16 anos e não dava mais pra conciliar. No dia 18 de outubro de 1976, abri meu próprio negócio”, conta a empresária.

A primeira loja ficava em um dos pontos comerciais mais badalados daquele tempo, a galeria Cine Karim. E assim começava a história da Ki Graça, hoje conhecida por atender amplo público feminino, sem restringir a idade, silhueta ou estilo. No entanto, nos dois primeiros anos de inauguração da empresa, trabalhava-se apenas com numeração pequena. Entre as marcas vendidas na loja estava Maria Bonita, um trabalho pioneiro e de aposta no comércio de novas grifes em Brasília.

A clientela foi aumentando e a empresa precisou abrir seu 2º ponto, no conjunto Nacional, onde a Ki Graça funcionou de 1985 à 2006. Na mesma época, Regina também inaugurou as lojas no ParkShopping e na 304 Sul, ambas funcionaram por curto período, de aproximadamente, 5 anos cada ponto, e em 1991, aquela 1° loja, 15 anos depois de sua inauguração, também foi fechada. Essas mudanças, por sinal, foram um reflexo da cultura de moda da cidade, que engatinhava em época de experimentações, investimentos e apostas no setor têxtil local.

Em 2006, aconteceu o arremate final do amadurecimento e profissionalização da Ki Graça. “Compramos a loja de 3 andares da 209 Sul e tínhamos de tomar uma decisão sobre o que valia mais apena. Continuar com os diferentes pontos de venda ou centralizar tudo? Definimos que o melhor era trabalhar em um só lugar primando pela excelência”, revela Regina. As outras lojas foram fechadas e os melhores funcionários integraram uma única equipe. Alguns estão na Empresa até hoje, outros surgiram depois, e a maioria trabalha no negócio a 15, 25, 30 anos.

Com a reforma do prédio, a loja ganhou até mesmo um elevador, tudo para garantir o conforto de quem passa por lá para conferir as novidades.

Hoje, além de vender marcas diversas que completam um mix ideal de produtos, as principais peças são de confecção própria, o que consiste num grande diferencial. Para atender a demanda, há sempre um levantamento interno sobre o que as clientes procuram mais. E qualquer produto que precise ser modificado para a perfeita adequação ao corpo ou gosto pessoal da cliente é facilmente reformado.

Extensão do lar

Durante a conversa com Regina, numa segunda-feira à tarde, várias clientes entraram na loja chamando as funcionárias pelo nome, com abraços e beijinhos elegantes ,daqueles que não vão desmanchar a produção do dia. Cada uma delas foi recebida da mesma maneira, pelo nome, demonstrando o clima amistoso e, ao mesmo tempo profissional, da Ki Graça.

Um olhar pelas araras e notava-se certo esforço. Melhor mesmo dizer para aquela vendedora que já te atende há algum tempo o que você está precisando, ou pedir apenas para ver as novidades – que chegam diariamente da fábrica própria. Rapidamente, a equipe separa os cabides que mais combinavam com o perfil da cliente e cada uma das peças é experimentada com calma no amplo provador. Hora de ouvir a consultoria das funcionárias e achar o que realmente veste bem.

Ser atendida pela própria Regina é um privilégio. Mas existe um segredo para que as clientes sintan-se tão bem recebidas que queiram passar por lá mais de uma vez por semana: o famoso pão de queijo quentinho, que fica pronto diáriamente por volta das 16h. E no ambiente acolhedor, acontecem as compras e um estreitamento de laços. “Aqui é como se fosse uma extensão da minha própria casa. Recebo minhas amigas e quero que todas elas sintam-se muito à vontade”, define Regina, que, ao 70 anos, é um exemplo da arte de receber bem.

“Quando fiquei grávida da Paula, comecei a perceber que não existia no mercado roupas para ‘pessoas maiores’. A numeração das peças era muito restrita. Passei uns sete anos procurando a melhor maneira de atender essa demanda. E, quando montamos o prédio da nossa fábrica no setor de oficinas sul (SOFsul), passamos a confeccionar para esse público”, esclarece.

Ainda hoje, a loja oferece opções para as mulheres com corpo de modelo de passarela. No entanto, o grande diferencial da Ki Graça é saber satisfazer o desejo de vestir-se bem para quem usa a té o manequim 56. já pensou em um vestido de festa, todo bordado, com decote e tudo mais, no tamanho 52, por exemplo? Sim, isso é possível.

E por que uma moça com coxas mais grossas e seios fartos deveria se vestir com trajes que escondem o corpo e a faça parecer mais velha? É por isso que a Ki Graça criou a linha Corset Moulin, para que a mulher possa se sentir sensual e jovem, independentemente daquele número chato que inventaram para mensurar o corpo.

Um dos elementos mais interessantes e que merece destaque é o ar de satisfação das pessoas que entram na loja. As clientes são mulheres lindas, bem resolvidas profissionalmente e de bem com a vida. Assim, fica muito mais fácil vestir-se de maneira adequada à sua personalidade e encontrar a roupa ideal.

AS FILHAS SEGUEM OS PASSOS DA MÃE

Regina tem duas filhas. Paula Moulin é formada Administração e pós graduada em marketing pela fundação Getúlio Vargas e tem especializações em moda pelo SENAC São Paulo. Todo mundo que conhece as duas diz que são muito parecidas, cuidadosas, elegantes, dedicadas , organizadas e muito atenciosas. Paula tomou gosto pelos negócios da família ainda cedo e, com seus conhecimentos, agrega valor à empresa. Ela é responsável pela incorporação da linha Corset Moulin, pelas pesquisas para incluir novas marcas ao mix, compras, criação e ambientação do ponto de venda. E sugere, sempre, propostas renovadas.

ESPAÇO DA MAQUIAGEM
Um dos projetos mais interessantes implantados por Paula é o espaço da maquiagem, onde oferece cursos de auto maquiagem para que as mulheres valorizem ainda mais a beleza natural. A sala foi montada no segundo piso da loja e é tão charmosa que merece ser visitada depois de conferir a estrutura, certamente vai dar vontade de fazer o curso. Ela também acrescentou o serviço de consultoria. Sua formação garante que cada cliente faça a melhor escolha do produto e entenda a seleção. Quem quiser também pode optar por uma consultoria de estilo completa, com estudo das formas do corpo, por exemplo, o que consiste num serviço extra da loja.

A outra filha de Regina, Angélica, passa os dias no escritório da fábrica, cuidando de toda parte administrativa da empresa. Um trabalho que complementa e garante a sustentação de toda a cadeia da moda Ki Graça.

Hoje a marca participa de semanas de moda para lançar suas coleções e promove coquetéis em sua loja para reunir clientes quando as araras estão repletas de novidades.

Entretanto, o formato dos desfiles e eventos que a marca participava há alguns anos era um pouco diferente.

“Sempre realizei desfiles, mas, antes, era muito mais glamouroso. Eram eventos beneficentes, como o do Lions, de organização séria. Tinha passarela alta, bufê, música e o desfile transformava-se numa grande festa, um grande evento social”, esclarece Regina.

Fonte: Jornal da Comunidade 19 a 25 de julho de 2008

Armários em perfeita ordem
01/05/2004

Se você é daquelas pessoas que abrem o armário, se deparam com um monte de peças e chegam à conclusão de que não têm roupa, sabia que o problema pode ser falta de organização e o acúmulo de peças desnecessárias. Antes que você coloque seu guarda-roupa “abaixo” e se desfaça de metade de suas roupas, preste atenção nas dicas que a consultora de imagem Paula Moulin e o consultor de moda Márcio Faria Jr. dão para que seu armário seja organizado e prático, conservando assim a vida útil de roupas e acessórios.

Uma boa organização de armário permite que você visualize rapidamente todas as suas roupas e possíveis combinações entre elas. Segundo Márcio Faria, existe uma padronização de cores em degradê. No armário tanto masculino quanto feminino, a ordem dos trajes pode ser montada separando as peças do dia-a-dia como jeans e camiseta, de trabalho, como os terninhos e tailleurs, em tecidos mais elaborados e as mais fashions.

Marcela Garcia, de 21 anos, diz que sempre foi organizada. Mas na adolescência enfrentou a fase da rebeldia, quando a organização foi banida do seu vocabulário e do guarda-roupa. “Precisei me organizar novamente, principalmente pela falta de tempo. Abro o guarda-roupa e como tudo está etiquetado e no seu devido lugar fica fácil achar o que quero”, diz.

As peças mais delicadas são separadas dentro de sacos plásticos para não soltar fio ou se prenderem em outras. Os sapatos finos ficam em caixas no guarda-roupa. Os demais acomodados em caixas de plástico. Tudo etiquetado, claro: Tênis, sandália, bota e sapato.
Dispense o supérfluo

A consultora de imagem Paula Moulin ressalta que para ter um armário organizado é necessário manter nele somente o que você realmente usa. “Mantenha no armário o que você realmente usa e roupas na sua numeração. Não compre peças para usar quando emagrecer ou engordar, pois certamente você acabará não usando”. A divisão de peças por cores prevalece. Mostrando o próprio guarda-roupa como exemplo ela sugere a divisão em peças de sair, trabalho, coisas básicas, blusas com decote, tecidos delicados, roupas de festa e casacos. “É importante que o armário fique perto de uma janela ou que receba ventilação para evitar que as roupas mofem e venham a estragar”, explica.

Vindo de uma família de 11 irmãos, o cabeleireiro Jhoel Crozaiol desde criança aprendeu a ser organizado em tudo. “Era impossível para minha mãe dar conta de tudo sozinha, então cada um cuidava das suas coisas”, conta. Ele faz questão de cuidar pessoalmente de suas roupas, e se preciso até mesmo passa e prega botão. Mas devido à rotina corrida e à falta de tempo agora tem uma ajudante, que segue à risca seu estilo de organização e o ajuda a manter os dois guarda-roupas impecáveis. Isso mesmo: dois. Além da ordem de cores, Jhoel ainda separa e organiza seu armário de acordo com as estações. “Trabalho com beleza e estética, tudo, desde a roupa ao sapato, que sempre engraxo antes de usar para conservar o couro, tudo tem de estar impecável o tempo todo, finaliza.
Dicas preciosas

Observe as dicas e mãos à obra. Ponha as roupas em cima da cama e analise racionalmente o que você não usa mais e decida como arrumá-las.

» Não guarde roupas sujas ou amassadas. Depois de usadas as roupas devem ser limpas e bem passadas.

» Use cabides da mesma cor, pois dão aspecto de limpeza e organização.

» Pendure os cabides com a ponta do gancho para o fundo do armário, fica mais para retirá-los. Se possível deixe apenas uma peça por cabide.

» Para saias, calças e blusas de tecidos finos e delicados é recomendado usar cabides com grampos.

» Os calçados são separados por cor e por tipo: social, esportivo, tênis, chinelos. Os de festas devem ser guardados em sacos de pvc com uma faixa de plástico que permita sua visualização.

» As bolsas deves ser guardadas em sacos ou em prateleiras para que não se quebrem.

» Os cintos podem ser guardados em forma de caracol em gavetas, ou ainda em cabides especiais.

» As roupas de praia devem ficar separadas por tipo e cor. Ao lado das roupas de banho, deixe os acessórios: cangas, saídas de praia, bonés, viseiras.

» As roupas íntimas podem ser separadas em lingerie do dia-a-dia e lingerie para ocasiões especiais e por cor.

Fonte: Comunidade VIP MODA