MODA PLUS PARA TODAS AS IDADES
desde 1976

Endereços:

205 Sul - Fone: 61 3548-3336

305 Sul - Fone: 61 3443-8898


Moda sem restrições

32Red online-kasino http://gnomiartas.gr/?node=%D8%AD%D8%B1%D9%82-%D9%81%D8%AA%D8%AD%D8%A9-%D8%A7%D9%84%D9%83%D8%B1%D8%B2&8ea=ca حرق فتحة الكرز http://suonikohjut.info/?art=top-blackjack-online-suhde&c63=dc top blackjack online-suhde فتحة البكر أسطورية http://www.pianot.net/?art=The-Invisible-Man-kolikkopelit&09e=aa The Invisible Man kolikkopelit 19/07/2008

008

Sob o comando de Regina Moulin, a Ki Graça cresceu no mercado apostando na confecção própria e em produtos com design para mulheres, sem limitar a grande numeração.

Recém-formada em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e casada há apenas 20 dias, a capixaba Regina Moulin chegava a Brasília no ano de 1960. Jovem, bonita e muito bem vestida, começou a chamar a atenção da sociedade. Entre um elogio e outro ficava nas pessoas o desejo de vestir-se como ela. Surgiram, então as encomendas de roupas, atendidas com o auxílio de Orsina Almeida, a mãe de Regina, que mandava peças bem interessantes lá do Rio para serem vendidas na capital. Detalhe: à época, não havia interesse em profissionalizar o negócio ou abrir loja própria. “Em pouco tempo fui convidada a assumir um cargo no Tribunal de Contas da União, onde trabalhei por 18 anos, até pedir desligamento. Tinha que fazer uma escolha, já vendia roupas em casa havia 16 anos e não dava mais pra conciliar. No dia 18 de outubro de 1976, abri meu próprio negócio”, conta a empresária.

A primeira loja ficava em um dos pontos comerciais mais badalados daquele tempo, a galeria Cine Karim. E assim começava a história da Ki Graça, hoje conhecida por atender amplo público feminino, sem restringir a idade, silhueta ou estilo. No entanto, nos dois primeiros anos de inauguração da empresa, trabalhava-se apenas com numeração pequena. Entre as marcas vendidas na loja estava Maria Bonita, um trabalho pioneiro e de aposta no comércio de novas grifes em Brasília.

A clientela foi aumentando e a empresa precisou abrir seu 2º ponto, no conjunto Nacional, onde a Ki Graça funcionou de 1985 à 2006. Na mesma época, Regina também inaugurou as lojas no ParkShopping e na 304 Sul, ambas funcionaram por curto período, de aproximadamente, 5 anos cada ponto, e em 1991, aquela 1° loja, 15 anos depois de sua inauguração, também foi fechada. Essas mudanças, por sinal, foram um reflexo da cultura de moda da cidade, que engatinhava em época de experimentações, investimentos e apostas no setor têxtil local.

Em 2006, aconteceu o arremate final do amadurecimento e profissionalização da Ki Graça. “Compramos a loja de 3 andares da 209 Sul e tínhamos de tomar uma decisão sobre o que valia mais apena. Continuar com os diferentes pontos de venda ou centralizar tudo? Definimos que o melhor era trabalhar em um só lugar primando pela excelência”, revela Regina. As outras lojas foram fechadas e os melhores funcionários integraram uma única equipe. Alguns estão na Empresa até hoje, outros surgiram depois, e a maioria trabalha no negócio a 15, 25, 30 anos.

Com a reforma do prédio, a loja ganhou até mesmo um elevador, tudo para garantir o conforto de quem passa por lá para conferir as novidades.

Hoje, além de vender marcas diversas que completam um mix ideal de produtos, as principais peças são de confecção própria, o que consiste num grande diferencial. Para atender a demanda, há sempre um levantamento interno sobre o que as clientes procuram mais. E qualquer produto que precise ser modificado para a perfeita adequação ao corpo ou gosto pessoal da cliente é facilmente reformado.

Extensão do lar

Durante a conversa com Regina, numa segunda-feira à tarde, várias clientes entraram na loja chamando as funcionárias pelo nome, com abraços e beijinhos elegantes ,daqueles que não vão desmanchar a produção do dia. Cada uma delas foi recebida da mesma maneira, pelo nome, demonstrando o clima amistoso e, ao mesmo tempo profissional, da Ki Graça.

Um olhar pelas araras e notava-se certo esforço. Melhor mesmo dizer para aquela vendedora que já te atende há algum tempo o que você está precisando, ou pedir apenas para ver as novidades – que chegam diariamente da fábrica própria. Rapidamente, a equipe separa os cabides que mais combinavam com o perfil da cliente e cada uma das peças é experimentada com calma no amplo provador. Hora de ouvir a consultoria das funcionárias e achar o que realmente veste bem.

Ser atendida pela própria Regina é um privilégio. Mas existe um segredo para que as clientes sintan-se tão bem recebidas que queiram passar por lá mais de uma vez por semana: o famoso pão de queijo quentinho, que fica pronto diáriamente por volta das 16h. E no ambiente acolhedor, acontecem as compras e um estreitamento de laços. “Aqui é como se fosse uma extensão da minha própria casa. Recebo minhas amigas e quero que todas elas sintam-se muito à vontade”, define Regina, que, ao 70 anos, é um exemplo da arte de receber bem.

“Quando fiquei grávida da Paula, comecei a perceber que não existia no mercado roupas para ‘pessoas maiores’. A numeração das peças era muito restrita. Passei uns sete anos procurando a melhor maneira de atender essa demanda. E, quando montamos o prédio da nossa fábrica no setor de oficinas sul (SOFsul), passamos a confeccionar para esse público”, esclarece.

Ainda hoje, a loja oferece opções para as mulheres com corpo de modelo de passarela. No entanto, o grande diferencial da Ki Graça é saber satisfazer o desejo de vestir-se bem para quem usa a té o manequim 56. já pensou em um vestido de festa, todo bordado, com decote e tudo mais, no tamanho 52, por exemplo? Sim, isso é possível.

E por que uma moça com coxas mais grossas e seios fartos deveria se vestir com trajes que escondem o corpo e a faça parecer mais velha? É por isso que a Ki Graça criou a linha Corset Moulin, para que a mulher possa se sentir sensual e jovem, independentemente daquele número chato que inventaram para mensurar o corpo.

Um dos elementos mais interessantes e que merece destaque é o ar de satisfação das pessoas que entram na loja. As clientes são mulheres lindas, bem resolvidas profissionalmente e de bem com a vida. Assim, fica muito mais fácil vestir-se de maneira adequada à sua personalidade e encontrar a roupa ideal.

AS FILHAS SEGUEM OS PASSOS DA MÃE

Regina tem duas filhas. Paula Moulin é formada Administração e pós graduada em marketing pela fundação Getúlio Vargas e tem especializações em moda pelo SENAC São Paulo. Todo mundo que conhece as duas diz que são muito parecidas, cuidadosas, elegantes, dedicadas , organizadas e muito atenciosas. Paula tomou gosto pelos negócios da família ainda cedo e, com seus conhecimentos, agrega valor à empresa. Ela é responsável pela incorporação da linha Corset Moulin, pelas pesquisas para incluir novas marcas ao mix, compras, criação e ambientação do ponto de venda. E sugere, sempre, propostas renovadas.

ESPAÇO DA MAQUIAGEM
Um dos projetos mais interessantes implantados por Paula é o espaço da maquiagem, onde oferece cursos de auto maquiagem para que as mulheres valorizem ainda mais a beleza natural. A sala foi montada no segundo piso da loja e é tão charmosa que merece ser visitada depois de conferir a estrutura, certamente vai dar vontade de fazer o curso. Ela também acrescentou o serviço de consultoria. Sua formação garante que cada cliente faça a melhor escolha do produto e entenda a seleção. Quem quiser também pode optar por uma consultoria de estilo completa, com estudo das formas do corpo, por exemplo, o que consiste num serviço extra da loja.

A outra filha de Regina, Angélica, passa os dias no escritório da fábrica, cuidando de toda parte administrativa da empresa. Um trabalho que complementa e garante a sustentação de toda a cadeia da moda Ki Graça.

Hoje a marca participa de semanas de moda para lançar suas coleções e promove coquetéis em sua loja para reunir clientes quando as araras estão repletas de novidades.

Entretanto, o formato dos desfiles e eventos que a marca participava há alguns anos era um pouco diferente.

“Sempre realizei desfiles, mas, antes, era muito mais glamouroso. Eram eventos beneficentes, como o do Lions, de organização séria. Tinha passarela alta, bufê, música e o desfile transformava-se numa grande festa, um grande evento social”, esclarece Regina.

Fonte: Jornal da Comunidade 19 a 25 de julho de 2008

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>